Cantam e tocam: Cantoria e Forró
Sábado - dia 21 de Março de 2015
Das 20h50 às 23h50
Bar Brisa Nativa
Rua Vitório Santin, 834 - Itaquera
(paralela a Jacu-pêssego sentido sul - São Mateus,
altura da Estação Dom Bosco da CPTM)

Com a continuação do coletivo, surgiu a atividade "Praça Popular de Arte", que iniciava às 10h00 e que encerrava às 22h00 com o "Forró do Avião", realizado pela dupla Sacha e Raberuan e pelo grupo Matéria Prima, e isto deu origem a ideia do vereador Valter Feldman, porque na época a Paulistur (hoje SPTur) estava promovendo ruas e praças temáticas na cidade de São Paulo e São Miguel Paulista, foi então contemplado com aquele espaço, por conta da população da região, que era na sua maioria formada por migrantes nordestinos e seus descendentes, por causa das tantas "Casas do Norte" (que leia-se casas de produtos do nordeste), e pelo gosto pelo forró que já havia.
Dia 31 de Agosto de 2013 - das 19h00 às 23h00 - Foi um Sarau inesquecível, uma noite de surpresas interessantes onde poetas e poetisas faziam um revezamento, tanto nas apresentações, quanto nas performances que deslumbrava quem estava presente com os conteúdos de cada poema e dentro desse modelo de revezamento com momentos de música com a minha participação também, quando toquei e cantei minhas antológicas canções: "Chão americano" e "Jangadeiro", que contrapôs ao processo entre o jovem e o velho ali representados por nós fomentadores e militantes da cultura.
Neste dia 31 de Agosto de 2013 às 23h50 chegamos na Casa de Farinha, o poeta Escobar Franelas, a poetisa Inês Santos, o músico Zulu de Arrebatá e eu, que depois de tudo, fomos ter com Xavier numa noite fria e de lua misteriosa e minguante, por entre nuvens espessas. Chegamos na Casa de Farinha onde qual fantasmas endemoniados chegamos assustando as pessoas que não nos esperava a meia-noite cinzenta. E ali permanecemos até que o Zulu de Arrebatá pudesse cantar o Martírio de Raberuan e Sacha, para o Escobar gravar um clip sei lá prá quê. A Inês que nos deu carona ficou refém daquela situação e o Xavier empolgado retratava (foto ao alto) e servia hamburgér frito com cerveja e nos olhava com olhos de quem queria aprontar alguma coisa com aqueles espiões saídos do frio noturno de agosto. Um de chapéu de coro que tirava o violão como numa mágica, outro de gorro de çelo de lhama, o outro de touca de lã escura e cavanhaque grisalho e ela de rosto pálido como uma musa musga enebriada de sono. .